quinta-feira, 28 de junho de 2018

vestimentas

Eu não preciso usar vestimentas especiais, não preciso mudar meu corte de cabelo, não preciso ir a centros regados a diciplina para ter experiências espirituais, não preciso assumir compromisso nenhum com ninguém, eu só preciso ser eu mesmo e para isso nada tem que ser obrigatório basta ser prazeroso de fazer.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

homens e mulheres

O que eu vejo por aí não tem mudado muito a muitos e muitos anos nesse país, homens machistas que tratam mulheres que se submetem ao egoísmo e aos maus tratos daquele que talvez não tiveram muito tempo pra conhecer, ou conheceram um aparente que fingiu ser uma pessoa, muitos desses casos, mulheres que sofrem por medo, outras sofrem por vergonha e ainda temos aquelas que gostam de sofrer, nesse país de impunidade as pessoas acabam deixando pra lá toda a injustiça cometida dentro das casas, mas a lei está aí para punir esses covardes que tratam mal e humilham aquela que deveria ser amada.
Por muitas vezes não entendo o que acontece, mas procuro estar atento ao meu redor, 
a falta de informação infelizmente corrói esses seres, e a ignorância os fazem brutos e covardes.

vamos vivendo e observando, que a vida vai ensinando.

ame-se

Vc muda a cor do cabelo posta e quase ninguem curti, aí vc faz uma lipo posta a ida ao hospital posta a operação, o antes e o depois, e quase ninguém curti, ai vc coloca silicone, posta fotos incriveis fora do país, gastando até o que não tem e quase ninguém curti , entâo vc fica depressiva, contrai uma doença e morre, aí postam uma foto do seu velório e ganham milhares de likes.
Ame-se e não viva pra impressionar os outros,
A unica pessoa que precisa te curtir é vc. mesmo.

sábado, 16 de junho de 2018

alto preço da aprovação

A aprovação social tem um preço alto. Na alma. E jamais vale a pena. O problema é que, geralmente, só se percebe isso no fim da vida. Os poucos que percebem antes, podem se preparar pra discriminação, pra condenação, pro preconceito dos convencionais.
Os que percebem tarde demais, têm a terrível sensação de ter vivido em vão, de vazio, de não ter vivido e de não ter mais tempo. Eu vi isso exposto na minha frente, de um rico empresário, já perto dos noventa, doente, acompanhado de enfermeira. "A sociedade me vê como um vitorioso, um bem-sucedido. E no meu coração eu me sinto um fracassado." Disse mais, "quando percebi que minha vida tá chegando no fim, olhei pra trás e vi um vazio, tudo o que eu achava importante não valia mais nada..." E o que me tocou mais fundo, um sentimento que eu tinha e que pensava ser algum erro meu, "...a sensação que eu tenho é a de que mentiram pra mim lá no começo da minha vida e eu corri atrás dessa mentira a vida inteira." Era o que eu sentia, as pressões pro enquadramento, as promessas de futuro, mentiras, enganos. Tudo o que me diziam que era pro meu bem, não me parecia. Todo ideal de vida que me apontavam parecia frustrante, posição social, excessos, desfrutes, privilégios sociais, me pareciam mais constrangedores que desejáveis
.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

deseje tudo de bom

Dizem que tudo que desejamos ao próximo volta em dobro  para nós mesmos, por esse motivo desejo a você muito amor, muita paz, afeto, alegria  e principalmente 5 milhões de Euros

Obrigado de nada

terça-feira, 12 de junho de 2018

dia dos namorados

'' Nesse dia dos namorados ame quem tiver que amar, faça tudo que tiver que ser feito em nome da sua felicidade, e se ficar sozinho te faz feliz deixe o povo falar, nem todo mundo se adapta ao convencional, nem todo mundo é feliz com outra pessoa, as pessoas sempre estão prontas para palpitar na sua vida , agora considerar isso aí é com você.''

terça-feira, 5 de junho de 2018

saber

É preciso perceber que a espiritualidade se manifesta na conduta, no caráter, no temperamento, no dia a dia, no relacionamento com as pessoas e com os acontecimentos. Nos sentimentos que se produzem, tanto dentro de si como ao seu entorno, nas pessoas com quem se trata. A revelação se faz nas atitudes, tolerantes ou intolerantes, amorosas ou raivosas, humildes ou arrogantes, compreensivas ou julgadoras. A crença ou não crença importa menos. O que se acredita pode mudar de uma hora pra outra, conforme circunstâncias da vida, é o que tenho visto por aí. Mas o que se faz é determinante, fez tá feito, a conseqüência tali na frente.NÃO importa o que você pensa, importa o que você faz,

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Contra-corrente

A superioridade que eles sentem                                               
e exercem de forma arrogante,
se soma à certeza absoluta                                 
da inferioridade do restante.

Entortam sua sensibilidade,
desdenham o alheio sofrimento
e, em sua sub-humanidade,
a própria crueldade é seu tormento.

Do outro lado é plantada a ignorância
e desejos impossíveis de consumo
fazem o povo de idiota ou de criança
e destróem a esperança em outro rumo.

Os poucos com acesso a demais
desfrutam do roubado à maioria,
alegando direitos tão boçais
que é clara e evidente a hipocrisia.

Usufruir de privilégios, ostentações,
que egoísmo, que vergonha, que maldade!
Apenas desejar tais condições
já demonstra o grau primário da vontade.

Se cada um quisesse e tomasse para si
da vida só o que lhe fosse necessário
ruiria o sistema do egoísmo, e aí
o mundo poderia ser mais solidário.

Com humildade e com dignidade
escolhe a humanidade o mal e o bem,
é preciso trabalhar a sociedade
pra que não se abandone mais ninguém

Se ainda não vivo um mundo assim,
não posso simplesmente ignorar, 
não dá pra ver a vida só pra mim,
se quero ter valor no trabalhar.

Sem me conformar, muito menos aderir,
faço meu olhar bem mais profundo.
Observar, absorver, analisar, refletir
e expor tudo em meu trabalho sobre o mundo.

E se e quando eu for de arrasto na corrente poderosa
quero saber que eu andei ao contrário da corrente,
que não vivi atrás de uma vida cor de rosa,
ignorando a injustiça e o sofrer de tanta gente.

Quero saber que lutei o quanto pude,
que não me rendi a pressões nem seduções;
que mantive em minha vida a atitude
de não desejar mais do que preciso
e estar sempre solidário às multidões.

Vivendo e visitando.

 vivendo entre os mais pobres, mais discriminados, mais maltratados da sociedade, durante muitos anos, passei a questionar essa estrutura social que deixa tantos dos meus parentes em situações tão injustas, de ignorância, miséria e pobreza, de exclusão, discriminação e preconceitos, desrespeito, humilhação e violência. 

          Como se permite tanta fragilidade sem proteção? Como se maltrata os períodos mais frágeis da vida, a infância e a velhice? Como ficar indiferente diante de tanto horror e barbárie? Como podemos, nós todos, como grupo humano, aceitar conviver com esses absurdos, sem questionar as causas? 
          Não posso respeitar uma sociedade que não respeita a minha humanidade, que produz seu próprio câncer e usufrui dele, com vontade vampiresca. Não posso assimilar, nem compartilhar dos seus valores, que se desmoronam à primeira análise. 
          O produtivismo europeu deliberou e implantou o consumismo, através de técnicas de publicidade e propaganda. O consumo e a posse foram transformados em valores sociais máximos. A miséria é encarada como uma lástima inevitável e inexplicável – pois é uma necessidade desse sistema perverso. A propriedade é símbolo de valor pessoal. Honestidade, solidariedade, lealdade, compaixão, afetividade são qualidades para serem hasteadas em bandeiras, formando um cenário de aparências, sem relação real com as práticas cotidianas. Deus é prisioneiro das igrejas.
          O império estadunidense é o discípulo que superou o mestre – claro que se aproveitou de um momento de fraqueza, quando o mestre estava estropiado de tanta porrada que tomou, na 2ª guerra mundial. E, ainda assim, precisa da sua aliança contra os povos do mundo, em busca das riquezas dos seus territórios. São os impérios do norte. 
          Com suas mega empresas transnacionais, industriais e financeiras, e seu poderio econômico e militar irresistível, interferem nos poderes locais. Infiltram-se em todas as áreas estratégicas dos países, através de elites locais cooptadas e regiamente recompensadas. Sabotam todos os investimentos nas populações, chamando-os de “custo social”. Tomam as comunicações através da mídia privada, criminalizam todos os movimentos em defesa dos interesses dos povos e constroem valores de consumo, valores culturais e objetivos de vida, com o massacre midiático. Seus representantes, defensores e servidores locais nutrem um ostensivo desprezo por seus compatriotas e uma subalternidade igualmente ostensiva pelos senhores estrangeiros.
          Colocar-se contra a corrente é despertar contra si a estranheza e a discriminação. É ser qualificado de louco ou nocivo, ser banido e evitado. É sofrer o assédio das tentativas de recondução, é ser suspeito de psicopatia ou influência demoníaca. Colocar-se a favor é trair os mais fragilizados, é abrir mão da própria dignidade, ganhar em matéria e perder em espírito, em sentimento e moral, é escolher uma vida suja e sem sentido, fantasiada de ostentação, desperdício e falsa superioridade. Como os cães em grupo, sabe-se pra que lado se arreganha os dentes e pra qual se abana o rabo e se dobra a coluna.
          As opções estão postas. Eu me recuso a participar de grupos favorecidos com essa estrutura, tenho vergonha de ostentação, não gosto de lugares com seguranças e tenho nojo das salas VIP. Não estou aqui pra curtir a vida, estou pra ser curtido por ela.
          E que ninguém pense que condeno os usufrutuários dos benefícios em que se transformaram os direitos tomados da maioria. Os sentimentos de superioridade, a arrogância grosseira e o usufruto excessivo cobram seu preço ali na frente, no corpo afetivo-emocional, na insatisfação permanente, nos incômodos de consciência reprimidos, em angústias sem explicação aparente. Estes beneficiários existem porque a estrutura assim o permite. Mas quem sustenta os poderosos são os subalternos, os explorados. A submissão permite a opressão. Se os explorados não colaborassem com os exploradores, a exploração desapareceria.
          Por isso a mídia se esforça tanto pra desagregar os movimentos, distorcer a realidade, gritar contra qualquer mudança que favoreça o povo. Pra que não se tome consciência da realidade, pra que se mantenha o poder econômico no comando do mundo e das sociedades, pra que se mantenha a barbárie contra a maioria. 
          Como impedir mudanças, porém, se tudo muda, até os minerais? Os avanços ocorrem em movimentos ondulatórios e sem controle, embora haja interferências sutis e violentas, diretas ou indiretas, para a contenção. Temos exemplos disso, na América Latina. Enquanto a mídia vocifera, histérica, os processos caminham com suas próprias pernas. Não desanimemos, todos os que trabalhamos por essas mudanças tão necessárias na formação da mentalidade, da sociedade e da própria humanidade.
          Não sei quando a sociedade se tornará mais humana e solidária. Não sei quando se tornará inadmissível um ser humano em condição de miséria, se daqui a dez, duzentos, quinhentos ou mil anos. Sei que trabalho nesta direção, desenvolvendo valores que considero humanos a partir de dentro de mim mesmo e, só daí, para o mundo – pois creio que, se você não vive profunda e sinceramente aquilo que você acha que todos deveriam (embora sem cobrar de ninguém), seu ser perde a força da sinceridade e o trabalho perde alcance - não em número, mas em profundidade. 
          Não trabalho para ver os resultados. Trabalho pra dar valor à minha vida. Por mim, pelo mundo e pela minha família humana.