quinta-feira, 26 de julho de 2018
Julgamento
Primeiro eles te ignoram, depois riem de você, então você luta, você ganha. “Mantenha a fé”, seja persistente. Com o tempo, a oposição a você desaparece. O tempo que você pensa que uma realização levará para ser atingida não é o mesmo tempo que normalmente leva-se para atingir os seus objetivos. Essa crença vem do mundo em que vivemos cheio de pílulas mágicas como em propagandas que nos prometem perder muito peso ou ganhar muito dinheiro em 30 dias. a estadia nesse mundo é curta seja sábio.
terça-feira, 17 de julho de 2018
VIVER PRA SABER VIVER.
Há gerações de serviço pra trás, milênios a perder de vista. Há gerações de serviço pela frente... tamo no proveito do serviço passado e preparando o terreno pro serviço que vem. Quem quiser ver algum resultado final, vai desistir pelo meio do caminho. Não tem final. Ou tem, mas são finais provisórios, sinais de novos inícios. Participar da construção, consciente da sua ínfima participação, dá sentido à vida. Criar expectativas é o passaporte pra frustração. Antes de "fazer a sua parte", é preciso perceber qual é a sua parte. Somos insignificantes no todo, mas somos tudo o que temos.
Querer fazer o que não se pode é frustração certa. Deixar de fazer o que se pode é um desperdício, de tempo, de vida, de oportunidades. Discernimento é o canal, o desenvolvimento pessoal necessário. Participamos de um processo de mutação permanente e universal que já vem de não se sabe quando, bilhões, trilhões de anos. O que são 50, 70, 90 anos nessa eternidade, nesse passar contínuo do tempo? Nascemos, vivemos a infância, a juventude, amadurecemos, envelhecemos e morremos, assim é o ciclo. As pressões se fazem fortes pra que escolhamos como programado, vivamos vidas vazias e frustrantes, lutando e disputando o que não tem valor verdadeiro, o que se dissipa e perde o sentido com o tempo. De tal forma que a maioria só percebe a merda de vida que viveu na iminência da morte, quando a vida anuncia seu final e se percebe o vazio dos valores que exercemos no caminho. Evitar isso é fundamental. Qualquer coisa, menos isso. Mas aí é preciso encarar o mundo.
Ao que parece, escolher desenvolver e seguir a própria consciência, as próprias tendências e vocações, procurar o que se gosta pra viver, não é bem visto ou bem aceito na esmagadora maioria das vezes. É preciso estar pronto pra estranheza, pra desconfiança, pro preconceito. É um mundo mau caráter, que estimula e cobra o mau caráter, a conivência, a indiferença com a injustiça, a omissão. Não existem à toa a miséria, a ignorância e o abandono pela sociedade de grande parcela das pessoas. Uma sociedade planetária que cria e mantém milhões, bilhões de pessoas em situação de lixo, com todas as condições materiais de desenvolvimento social e humano, não merece meu respeito nem pode me impor o que devo escolher na minha vida. Não tem moral pra me criar valores ou me cobrar comportamentos. Só a profunda lavagem cerebral permanente feita pela mídia, pelo massacre publicitário, pela superficialização de pensamentos e sentimentos, em campo aberto pelo ensino empresarista e anti-social que forma competidores alucinados em vez de pessoas equilibradas pra integrarem a busca - que seja - de uma sociedade menos desarmônica, só essa lavagem cerebral pode criar aceitação pra aberração social em que vivemos.
Um ensino humanista - e público, tão amplo que abranja todos -, que estude as causas dos problemas em profundidade, que aponte a direção de uma sociedade harmonizada, sem miséria, ignorância e abandono, com investimento verdadeiro no desenvolvimento do ser humano e sua coletividade como um todo, no desenvolvimento de um sentimento solidário de família humana, é considerado um ensino subversivo, criminalizado, difamado e perseguido. Um ensino que revele como foi construída esta sociedade e a sua história, que aprofunde os fatos e suas causas, que procure as raízes de todas as coisas, que trate o conhecimento como direito, é o terror dos dominantes da atualidade. A formação de cidadãos conscientes da realidade, em condições de pensar, analisar e escolher os seus caminhos, naturalmente desfaria toda a estrutura atual da sociedade, construindo outra muito diferente. Onde o ser humano, a vida, o equilíbrio ambiental e a harmonia social estejam em primeiro plano, não o poder econômico, a propriedade, o lucro, os interesses mega-empresarias de muito poucos, que desprezam tudo o que está no caminho das suas ambições. E que mantêm o poder público seqüestrado e a seu serviço.
Estes poucos podres de ricos, miseráveis de espírito, produtores mundiais de sofrimento, estiveram por muito tempo na escuridão completa. Mas os ciclos se sucedem e pequenas luzes aparecem, iluminando precariamente a escuridão, dando os vislumbres dos mecanismos que movem a realidade que nos cerca. É tempo de acendimento de luzes, cada vez mais gerais. Muitos acreditam que estão vendo uma degradação geral, um retrocesso abissal, que regredimos como sociedade. Mas não, a visão é que está se apliando, está se vendo o que sempre existiu e até pior, mas não se via. As mentiras, as escabrosas armações por trás dos poderes constituídos estão se escancarando, pouco a pouco. Há muitas gerações nesse trabalho. Pra trás e pra frente.
São milênios de história, de mutação, de experiências, de modelos de sociedade, de evolução humana neste planeta. Nascemos num processo de mutação e participamos dele. A questão é como participamos, em geral de forma programada, com valores induzidos, como desejos, objetivos de vida, gostos, comportamentos, visão de mundo, tudo fabricado, estratégico, mentalidades produzidas no atacado. Perceber isso, na minha opinião, é um dos trabalhos em foco neste momento da história. A pulverização das comunicações é um foco importante e será ainda por várias gerações, é preciso se comunicar, trocar informações, buscar raízes nos fatos, nos acontecimentos, desenvolver a capacidade de percepção e o discernimento. Escolher como participar, de vontade própria, já é uma satisfação na vida. É preciso perceber os próprios condicionamentos e ver que o descondicionamento é um trabalho profundo e sem final... são muitos, entre primários, secundários, sutis e profundos.
No pequeno tempo que temos, algumas décadas, se tanto, fazemos muito se conseguimos pensar por conta própria e escolher com critérios próprios. No meu caso, aos dezenove anos tive um pavor imenso de chegar ao fim da vida sem ter sentido nenhum, com a sensação de ter vivido uma vida vazia. Em todas as possibilidades que a sociedade me apresentava, só via frustração, vazio e falta de sentido, parecia tudo ilusão. Então saí atrás de sentido, tomando várias atitudes, e a vida ganhou sentido com todas as mudanças que rolaram, embora então eu só me encantasse com as novidades e, mesmo sem perceber o quanto estava aprendendo, tudo já ficou muito mais interessante. Eu pensava que morreria logo, diante dos riscos a que me expunha e dos acontecimentos à minha volta. Achava que não passaria dos trinta, mas ainda estou vivo. Vivito y coleando por aí, com meus fazimentos. E com a única pretensão de gostar de estar vivo, que foi o que consegui. Com todas as dificuldades, gosto muito da minha vida. Até que termine. Na consciência de que a vida é uma passagem, na certeza intuitiva e íntima de que não acaba com a morte, quero comemorar minha vida vivida nesta passagem, quando passar pra outra dimensão. Não lamentar, embora sempre haja algo pra se lamentar. Que seja pouco.
A espiritualidade é um estado de consciência, nada mais. Que se reflete na conduta, no caráter, nos sentimentos, no temperamento, na própria vida e suas relações.
Querer fazer o que não se pode é frustração certa. Deixar de fazer o que se pode é um desperdício, de tempo, de vida, de oportunidades. Discernimento é o canal, o desenvolvimento pessoal necessário. Participamos de um processo de mutação permanente e universal que já vem de não se sabe quando, bilhões, trilhões de anos. O que são 50, 70, 90 anos nessa eternidade, nesse passar contínuo do tempo? Nascemos, vivemos a infância, a juventude, amadurecemos, envelhecemos e morremos, assim é o ciclo. As pressões se fazem fortes pra que escolhamos como programado, vivamos vidas vazias e frustrantes, lutando e disputando o que não tem valor verdadeiro, o que se dissipa e perde o sentido com o tempo. De tal forma que a maioria só percebe a merda de vida que viveu na iminência da morte, quando a vida anuncia seu final e se percebe o vazio dos valores que exercemos no caminho. Evitar isso é fundamental. Qualquer coisa, menos isso. Mas aí é preciso encarar o mundo.
Ao que parece, escolher desenvolver e seguir a própria consciência, as próprias tendências e vocações, procurar o que se gosta pra viver, não é bem visto ou bem aceito na esmagadora maioria das vezes. É preciso estar pronto pra estranheza, pra desconfiança, pro preconceito. É um mundo mau caráter, que estimula e cobra o mau caráter, a conivência, a indiferença com a injustiça, a omissão. Não existem à toa a miséria, a ignorância e o abandono pela sociedade de grande parcela das pessoas. Uma sociedade planetária que cria e mantém milhões, bilhões de pessoas em situação de lixo, com todas as condições materiais de desenvolvimento social e humano, não merece meu respeito nem pode me impor o que devo escolher na minha vida. Não tem moral pra me criar valores ou me cobrar comportamentos. Só a profunda lavagem cerebral permanente feita pela mídia, pelo massacre publicitário, pela superficialização de pensamentos e sentimentos, em campo aberto pelo ensino empresarista e anti-social que forma competidores alucinados em vez de pessoas equilibradas pra integrarem a busca - que seja - de uma sociedade menos desarmônica, só essa lavagem cerebral pode criar aceitação pra aberração social em que vivemos.
Um ensino humanista - e público, tão amplo que abranja todos -, que estude as causas dos problemas em profundidade, que aponte a direção de uma sociedade harmonizada, sem miséria, ignorância e abandono, com investimento verdadeiro no desenvolvimento do ser humano e sua coletividade como um todo, no desenvolvimento de um sentimento solidário de família humana, é considerado um ensino subversivo, criminalizado, difamado e perseguido. Um ensino que revele como foi construída esta sociedade e a sua história, que aprofunde os fatos e suas causas, que procure as raízes de todas as coisas, que trate o conhecimento como direito, é o terror dos dominantes da atualidade. A formação de cidadãos conscientes da realidade, em condições de pensar, analisar e escolher os seus caminhos, naturalmente desfaria toda a estrutura atual da sociedade, construindo outra muito diferente. Onde o ser humano, a vida, o equilíbrio ambiental e a harmonia social estejam em primeiro plano, não o poder econômico, a propriedade, o lucro, os interesses mega-empresarias de muito poucos, que desprezam tudo o que está no caminho das suas ambições. E que mantêm o poder público seqüestrado e a seu serviço.
Estes poucos podres de ricos, miseráveis de espírito, produtores mundiais de sofrimento, estiveram por muito tempo na escuridão completa. Mas os ciclos se sucedem e pequenas luzes aparecem, iluminando precariamente a escuridão, dando os vislumbres dos mecanismos que movem a realidade que nos cerca. É tempo de acendimento de luzes, cada vez mais gerais. Muitos acreditam que estão vendo uma degradação geral, um retrocesso abissal, que regredimos como sociedade. Mas não, a visão é que está se apliando, está se vendo o que sempre existiu e até pior, mas não se via. As mentiras, as escabrosas armações por trás dos poderes constituídos estão se escancarando, pouco a pouco. Há muitas gerações nesse trabalho. Pra trás e pra frente.
São milênios de história, de mutação, de experiências, de modelos de sociedade, de evolução humana neste planeta. Nascemos num processo de mutação e participamos dele. A questão é como participamos, em geral de forma programada, com valores induzidos, como desejos, objetivos de vida, gostos, comportamentos, visão de mundo, tudo fabricado, estratégico, mentalidades produzidas no atacado. Perceber isso, na minha opinião, é um dos trabalhos em foco neste momento da história. A pulverização das comunicações é um foco importante e será ainda por várias gerações, é preciso se comunicar, trocar informações, buscar raízes nos fatos, nos acontecimentos, desenvolver a capacidade de percepção e o discernimento. Escolher como participar, de vontade própria, já é uma satisfação na vida. É preciso perceber os próprios condicionamentos e ver que o descondicionamento é um trabalho profundo e sem final... são muitos, entre primários, secundários, sutis e profundos.
No pequeno tempo que temos, algumas décadas, se tanto, fazemos muito se conseguimos pensar por conta própria e escolher com critérios próprios. No meu caso, aos dezenove anos tive um pavor imenso de chegar ao fim da vida sem ter sentido nenhum, com a sensação de ter vivido uma vida vazia. Em todas as possibilidades que a sociedade me apresentava, só via frustração, vazio e falta de sentido, parecia tudo ilusão. Então saí atrás de sentido, tomando várias atitudes, e a vida ganhou sentido com todas as mudanças que rolaram, embora então eu só me encantasse com as novidades e, mesmo sem perceber o quanto estava aprendendo, tudo já ficou muito mais interessante. Eu pensava que morreria logo, diante dos riscos a que me expunha e dos acontecimentos à minha volta. Achava que não passaria dos trinta, mas ainda estou vivo. Vivito y coleando por aí, com meus fazimentos. E com a única pretensão de gostar de estar vivo, que foi o que consegui. Com todas as dificuldades, gosto muito da minha vida. Até que termine. Na consciência de que a vida é uma passagem, na certeza intuitiva e íntima de que não acaba com a morte, quero comemorar minha vida vivida nesta passagem, quando passar pra outra dimensão. Não lamentar, embora sempre haja algo pra se lamentar. Que seja pouco.
A espiritualidade é um estado de consciência, nada mais. Que se reflete na conduta, no caráter, nos sentimentos, no temperamento, na própria vida e suas relações.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
ACREDITAR OU NÃO
'' Nessa vida não importa o que você pensa ou o que você acredita, o que a gente acredita pode mudar de uma hora para outra dependendo das circunstâncias, agora o que você fez ta feito e a consequência ta ali na frente, então antes de se preocupar com o que acredita , se preocupe com o que faz.''
quinta-feira, 12 de julho de 2018
vida é um quadro
A vida é como um quadro, as cores e os traços vc vai pintando durante sua permanência aqui, ENTÃO vc escolhe as cores , deixa cada vez mais BONITO e quando chega ao FIM vc assina, olha atentamente a cada detalhe , enche os OLHOS de lagrimas , estufa o PEITO , abre o melhor SORRISO e diz: valeu a pena ter vivido....tenho orgulho de cada dia, de cada pessoa que ajudei e a alegria que espalhei.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
felicidade
" hoje acordei com uma certeza, vc é muito importante para os que te cercam"
Nunca esqueça disso por mais que a vida teime em dizer ao contrário.
Nenhuma dor é constante ela chega para ser superada e isso se constitui a felicidade .
Nunca esqueça disso por mais que a vida teime em dizer ao contrário.
Nenhuma dor é constante ela chega para ser superada e isso se constitui a felicidade .
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